Responsabilidade Ambiental


Departamento do Meio Ambiente

No Laticínios Scala, meio ambiente é coisa séria. Por isso, a empresa criou em 2002 seu Departamento do Meio Ambiente, visando sistematizar as ações de preservação ambiental, desenvolver a educação ambiental dentro e fora da empresa e se relacionar com entidades governamentais ligadas ao meio ambiente.

Como parte das atividades do departamento, os colaboradores dispõem de palestras e treinamentos que visam padronizar seus conhecimentos, buscando, inclusive, a diminuição de perdas do processo e desperdícios no consumo de energia elétrica e água dentro da empresa.

Externamente, são realizadas palestras pela equipe Scala em escolas de ensinos fundamental e médio, além de universidades, com o objetivo de divulgar os conceitos de Preservação e Controle Ambiental.



Estação de Tratamento de Efluentes - ETE

Ser uma empresa ambientalmente responsável é, em primeiro lugar, respeitar a natureza, não poluindo e nem degradando o meio ambiente. O Laticínios Scala sabe disso e se adiantou à uma exigência federal, construindo em 2002 a Estação de Tratamento de Efluentes (ETE), que lança nos rios todos os resíduos industriais líquidos depois de tratados.

A ETE possui uma eficiência acima de 99% de remoção da carga poluidora, em que são tratados 330 m³/dia de efluentes gerados nas duas fábricas do Scala.

O tratamento dos efluentes exigiu da empresa investimentos superiores a R$ 1 milhão em projetos, obras civis e equipamentos. Não é a toa que a ETE do Laticínios Scala é tida como referência em Minas Gerais, atingindo níveis de tratamento que se igualam a padrões internacionais.



Controle de resíduos gasosos e sólidos

Com a finalidade de reduzir os níveis de material particulado lançado ao meio ambiente através de suas caldeiras, o Scala utiliza briquetes (serragem prensada) e lenha de eucalipto como combustíveis, gerando, desta forma, gases aceitos pela legislação específica vigente.

Além disso, os resíduos sólidos do Laticínios Scala têm destinos adequados, sendo vendidos para reciclagem (embalagens descartadas, papel e papelão) ou utilizados como adubo orgânico (cinzas das caldeiras e lodo seco da ETE).


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